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terça-feira, 27 de abril de 2010

Um desabafo no meio do nada, assim, só pra...

Boa noite. O texto que vocês vão ler a seguir não é meu. Bem que eu gostaria que fosse. É tão gostoso quando a gente lê alguma coisa e se identifica, se sente tão compreendida, tão como se aquilo tivesse falando exatamente o que você tá sentindo mas não achava palavras e nem nenhuma outra maneira de expressar... Acho que se eu tivesse escrito eu estaria me sentindo bem mais leve. Mas o fato de ter achado esse texto e ter lido do jeito e nas circunstâncias que eu li, já me ajudou bastante. Eu recebi esse blog hoje como indicação no Twitter, o endereço é www.fragmentos.bz. Coisa mais linda pra ler e pra ver. Nunca vi um blog tão delicado, tão puro, tão, tão... tão como eu queria conseguir escrever essas coisas pra aliviar meu coração. Deliciem-se:

"a saudade não se mede pelo tempo da ausência, mas pela intensidade da presença.

no discurso amoroso, ela se esconde em letras e canções de uma determinada época. aparece quando cruzo com alguém que usa o mesmo perfume. habita pequenos fatos cotidianos, que geralmente passariam despercebidos, mas com você faria todo sentido.

quando acomete, tem urgência. é o coração querendo retornar. para lugares que talvez nem existam mais. para planos que desistimos. ou que desistiram da gente.

mas continuo elaborando novos planos e crio mundos com minhas expectativas. a saudade é a distância entre eu e como eu gostaria de estar."


Texto: Tiago Yonamine
Ilustração: Marina Faria

Vontade de gritar essas coisas pro mundo: Bella Marcatti.

4 comentários:

Marcelo disse...

Longe de estar no mesmo nível poético, mas não dá pra deixar passar (nem idéia do autor):
"Saudade, palavra doce, que traduz tanto amargor.
Saudade é como se fosse espinho cheirando flor.
Um desejo de estar perto de quem está longe de nós!
Um ai! que não sei ao certo se é suspiro ou uma voz.
Um sorriso de tristeza, um soluço de alegria,
o suplício da incerteza que uma esperança alivia.
Nessas três sílabas há de caber toda uma canção:
bendita a dor da saudade que faz bem ao coração.
Um longo olhar que se lança numa carta ou numa flor;
saudade - irmã da esperança; saudade - filha do amor.
Uma palavra tão breve, mas tão longa de sentir!
E há tanta gente que a escreve sem a saber traduzir.
Gosto amargo de infelizes, foi como a chamou Garret;
coração, calado, dizes num suspiro o que ela é.
A palavra é bem pequena mas diz tanto, de uma vez!
Por ela valeu a pena inventar-se o português."

Bella Marcatti disse...

Que lindo esse momento poético no meu blog. Obrigada por compartilhar essa saudade comigo. =)

Beijo.

Flávia Dalle disse...

Lindo, lindo!

Bella Marcatti disse...

=) Demais, né!?